A Humane Society International (HSI) está realizando uma campanha contra a exportação de filhotes de elefantes do Zimbábue para a China. Os animais são retirados da natureza e enviados para zoológicos.
Mesmo com a oposição de outras nações africanas e de organizações que atuam em defesa dos animais, desde 2012 o Zimbábue já capturou e exportou 108 filhotes e agora tem a intenção de exportar mais 35, segundo a organização.
Para mostrar ao governo do Zimbábue a dimensão da oposição global em relação a essa prática, a HSI disponibilizou em seu site uma petição que pode ser assinada por pessoas de qualquer país.
“Vamos nos unir e dizer ao Zimbábue para manter os elefantes africanos em seu estado selvagem, em solo africano e a não sujeitá-los a viver em cativeiro para entretenimento em instalações na China ou em qualquer outro lugar”, pede.
O Zimbábue também é conhecido por permitir que pessoas de outros países pratiquem a caça esportiva de elefantes, desde que “paguem bem”. No mês passado um empresário dos EUA divulgou fotos de dois filhotes de elefantes que ele matou por “hobby”.
De acordo com a Born Free Foundation, organização britânica que atua em defesa da vida selvagem, um elefante é caçado e morto a cada 25 minutos por causa da demanda de marfim, que é utilizado na medicina oriental, mesmo que sem comprovação de benefícios.
Para assinar a petição, entre no site da HSI ou clique aqui.
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