A Sociedade Vegetariana Judaica abriu esta semana as portas do primeiro Centro Vegano Judaico do mundo na sua sede na Finchley Road, na Grande Londres, na Inglaterra. E a iniciativa só foi possível graças a centenas de apoiadores que realizarem doações por meio de uma campanha de financiamento coletivo.
“Estamos muito satisfeitos em abrir as portas para o primeiro Centro Vegano Judaico do mundo no momento certo, quando os centros comunitários estão em falta, e quando a produção de produtos de origem animal se tornou mais cruel do que nunca”, disse a diretora da JVS, Lara Balsam, ao Jewish News.
E acrescentou: “Esperamos inspirar a criação de muitos desses centros ao redor do mundo, atendendo à crescente demanda e interesse pelo veganismo judaico.”
A inauguração foi prestigiada por mais de 300 apoiadores, além da parlamentar e vegana Kerry McCarthy, do Partido Trabalhista Britânico.
Fez parte da programação oficinas de culinária vegana, de jardinagem e discussões sobre ética alimentar no judaísmo com os rabinos Jonathan Wittenberg e Debbie Young-Somers. Além de uma nova cozinha, o Centro Vegano Judaico conta com salas de reuniões e jardim.
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…
Foi o fator econômico que acabou com a escravidão e levará à libertação animal? Há…
O que comemoramos quando mais animais são mortos e consumidos? Em 2024, o Brasil bateu…
A prisão é o corpo: além do matadouro O consumo humano transforma animais em prisioneiros…
Amor ou justiça: por que a ética do cuidado é mais eficaz A premissa de…
Pode parecer coerente usar o termo “feito de plantas” em relação a alimentos ou pratos…