Recentemente, a startup japonesa Integriculture conseguiu 2,7 milhões de dólares para produzir carne cultivada, ou seja, desenvolvida em laboratório. O mais interessante é que boa parte dos recursos veio da agência governamental Expansion Japan, o que significa que o governo japonês vê com bons olhos a expansão do mercado em oposição à violência contra animais – mesmo que o país ainda não seja um exemplo na relação com as espécies não humanas.
O investimento recebido pela Integriculture vai ser utilizado no desenvolvimento do sistema “Culnet System”, de cultivo de carne baseada em um pequeno número de células de animais. A iniciativa é vista como muito promissora, considerando que em 2017 a Integriculture foi bem-sucedida no desenvolvimento do foie gras de frango a partir do cultivo de células hepáticas. A expectativa da startup é produzir carnes cultivadas a preços acessíveis a partir de 2020.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…