Em 1959, o psicólogo estadunidense Harry F. Harlow realizou uma série de experimentos em que induzia macacos ainda bebês à depressão.
Em uma foto da icônica revista Life, um macaquinho aparece agarrado a uma macaca de pano que ele acreditava ser sua mãe. Mais tarde, os macaquinhos foram colocados em um ambiente com suas mães biológicas.
No entanto, como também foram enclausuradas e privadas do convívio social desde o nascimento dos bebês, elas mais tarde não reconheceram qualquer vínculo.
Uma das macacas mordeu os dedos das mãos e dos pés do seu filhote no primeiro contato. Já outra macaca esmagou o crânio do próprio bebê no chão.
Essa experiência foi colocada em prática para avaliar as reações dos macacos-rhesus em situação de ausência afetiva e maternal.
Os resultados do cruel e controverso estudo intitulado “Total Social Isolation in Monkeys” foram publicados em 1965.
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