De acordo com publicação desta semana do jornal britânico The Mirror, uma baleia-piloto teve o seu bebê arrancado do ventre durante caçada nas Ilhas Faroé que culminou na morte de 23 baleias.
“Foram massacradas por sua carne e gordura em uma baía pitoresca. Crianças pequenas podiam ser vistas observando os animais ensanguentados, e os turistas assistiam e tiravam fotos a poucos metros de distância das baleias mortas”, publicou.
Os moradores da ilha dinamarquesa alegaram que a prática é sustentável e regulamentada por lei, mas grupos que atuam em defesa das baleias, como a Sea Shepherd, emitiram comunicado qualificando a prática como bárbara e exigindo a proibição das caçadas.
A organização que atua em defesa da vida marinha registrou a ação dos caçadores de baleias no último dia 2, sexta-feira, na baía de Hvalvik. Só este ano, 536 baleias-piloto foram mortas na localidade, segundo a Sea Shepherd.
A organização lamenta que, com a naturalização da prática, pais e filhos são vistos testemunhando o massacre das baleais enquanto riem e brincam. “Como tem se tornado cada vez mais frequente, a rotina se transformou rapidamente em um evento social”, acrescentou a Sea Shepherd.
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