Cattle next to heat spots in Lábrea, Amazonas state. One month after a presidential decree forbidding fires in the Amazon and Pantanal, Greenpeace flew over Amazonas and Rondônia states to verify how efficient the measure was. Even with the Fire Moratorium, we registered several live heat spots. Every year, Greenpeace Brazil flies over the Amazon to monitor deforestation build up and forest fires. In August, 2020, flights were made over points with Deter (Real Time Deforestation Detection System) and fire warnings and Prodes (Brazilian Amazon Satellite Monitoring Project), made by Inpe (National Institute for Space Research), in Amazonas and Rondônia states. Gado próximo a Focos de Calor no município de Lábrea (AM). Um mês após a publicação do decreto presidencial que proíbe as queimadas na Amazônia e no Pantanal, sobrevoamos os estados do Amazonas e Rondônia para verificar a eficiência da medida e, mesmo com a proibição, localizamos diversos focos de calor ativos. Todos os anos, o Greenpeace Brasil realiza uma série de sobrevoos de monitoramento para registrar o avanço do desmatamento e das queimadas na Amazônia. Em agosto de 2020, monitoramos pontos com alertas Deter e de pontos de calor e Prodes 2019, do Inpe.
Um levantamento realizado pela ONG Repórter Brasil revelou que nos últimos quatro anos o patrimônio de parlamentares que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e atuam contra o meio ambiente cresceu até sete vezes mais em comparação com aqueles favoráveis à causa socioambiental.
“Os 20 deputados que mais votaram contra o meio ambiente e os povos tradicionais na atual legislatura declararam à Justiça Eleitoral um crescimento patrimonial de R$ 10,6 milhões ao todo desde 2018”, destaca a Repórter Brasil.
Dentre os candidatos analisados, Nelson Barbudo (Partido Liberal-MT) teve o maior crescimento percentual de patrimônio.
O levantamento feito pela ONG com base no Ruralômetro, ferramenta criada pela Repórter Brasil, aponta que 10 dos 20 deputados mais mal avaliados na questão socioambiental são servidores da segurança pública, como policiais e militares.
Já no outro grupo estão professores, advogados e agricultores. “O patrimônio total dos 20 deputados ruralistas é de R$ 28 milhões (R$ 1,4 milhão na média), enquanto o dos 20 ambientalistas é de R$ 12,2 milhões (R$ 614 mil na média).”
A Repórter Brasil alerta que acompanhar a evolução de bens é importante para o eleitor conhecer os candidatos, segundo especialistas ouvidos pela ONG.
“Um dos pontos de atenção é observar se os ganhos ficam muito acima dos salários pagos pela Câmara, pois isso pode indicar que os negócios particulares e as aplicações financeiras do deputado são mais importantes financeiramente do que sua atuação parlamentar.”
Clique aqui para ler a publicação completa da Repórter Brasil sobre o assunto.
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