Com uma proposta diferenciada, o documentário “Let us be Heroes”, lançado em 2018, mostra o que há de bom em ser vegano em diferentes aspectos. E para inspirar quem acredita que é incapaz de seguir por esse caminho, a realizadora francesa Rebecca Cappelli apresenta histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelo veganismo.
A própria autora é um exemplo, já que ela trocou uma carreira estável pela oportunidade de se dedicar a um trabalho sem fins lucrativos – de compromisso em cativar outras pessoas a entenderem que todos nós temos a chance de fazer a diferença no mundo e minimizar o impacto negativo que causamos aos animais, aos seres humanos e ao planeta.
Atletas, ativistas e empresários são convidados a relatarem suas histórias de comprometimento com um futuro em que consideramos não apenas os nossos próprios interesses, mas também os dos outros.
“Let us be Heroes” também aborda com brevidade questões mais conhecidas como a realidade dos animais na indústria e o impacto da agropecuária nas mudanças climáticas e nos oceanos, o uso de antibióticos na indústria de alimentos de origem animal e o impacto disso tudo para a saúde. Mas traz como diferencial a discussão sobre a miséria humana gerada por esse sistema.
Também compartilha resultados de investigações que revelam que quase a metade do plástico que hoje contamina os oceanos são provenientes de equipamentos e materiais de pesca. O mote de “Let us be Heroes” é: “Quanta diferença uma pessoa pode fazer?” Será que uma pessoa é capaz de promover alguma mudança? O documentário defende que sim, até porque ações consideradas pequenas podem contagiar ações maiores, que podem promover grandes mudanças.
Outro aspecto interessante é a discussão a respeito de um mercado mais responsável e mais sustentável de produtos livres da crueldade contra os animais. A importância de ser vegano e os benefícios de ser vegano são destacados sem fazer apontamentos. Segundo a proposta do documentário, se queremos mudança, nós devemos ser os líderes do mundo em que queremos viver.
Saiba Mais
O documentário está disponível gratuitamente e na íntegra no YouTube.
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