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Há 34 anos, Britches era libertado de um laboratório de vivissecção nos EUA

Britches teve suas pálpebras costuradas como parte de um “estudo sobre a relação mãe e filho (Fotos: ALF)

Ontem completou 34 anos que Britches foi libertado de um laboratório de vivissecção nos Estados Unidos. O macaco, resgatado pela Animal Liberation Front (ALF) no dia 20 de abril de 1985, passou por inúmeros e dolorosos experimentos.

Além de Britches, também ganharam a liberdade muitos outros animais como ratos, gatos, gambás, pombos e coelhos submetidos as mais diferentes torturas laboratoriais sob o pretexto de estudos médicos e psicológicos.

Você pode estar se perguntando o que Britches pode ter vivido que possa ser classificado como tortura. Depois de se juntar a outros 23 bebês macacos separados de suas mães logo após o nascimento, Britches teve suas pálpebras costuradas como parte de um “estudo sobre a relação mãe e filho”, segundo informações da Animal Liberation Front.

Após o desmame forçado, o pequeno e jovem macaco passou por uma experiência em que um dispositivo eletrônico que avalia a privação sensorial foi instalado em sua cabeça. E assim Britches foi obrigado a ouvir 24 horas por dia uma gravação que fazia parte de um experimento que só terminaria com o seu assassinato.

É chocante reconhecer que um pequeno macaco teve o seu cérebro aberto para que fossem realizados “estudos sobre a sua condição psicológica”. A realidade de Britches faz parte do documentário “Behind the Mask”, lançado em 2006 por Shannon Keith. Felizmente, Britches e outros 700 animais ganharam a liberdade graças à intervenção da ALF.

Depois de receber bons cuidados veterinários, ele conseguiu se curar da cegueira artificial, dos espasmos musculares, da neurose e do estresse crônico provocados pelos experimentos. Britches ganhou um novo lar em um santuário no México, onde passou a ser tratado como um filho por uma macaca.

Britches ganhou um novo lar em um santuário no México, onde passou a ser tratado como um filho por uma macaca (Foto: ALF)
David Arioch

Jornalista (MTB: 10612/PR), mestre em Estudos Culturais (UFMS) com foco em pesquisa sobre veganismo e fundador da Vegazeta.

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  • Laboratório de horrores ,um filme de terror real,verídico se a vida imita a arte ou vice versa o ser humano e o maior algoz do mundo.Não existe culpa ,remorso tudo pela ciência uma vida pela outra não justifica ,nunca irá ...... Um verdadeiro carrasco .

  • Que triste!
    É inimaginável como alguém tem coragem de fazer isso a seres inocentes!
    É de uma ruindade, um mau-caratismo indescritível!
    Chegará o dia, que teremos vergonha de sermos considerados humanos...
    Rogo a Hashem que o sofrimento animal acabe logo!

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