Ontem (29), durante debate da comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as queimadas no Pantanal e na Amazônia, o ator Marcos Palmeira opinou sobre a postura do atual ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
“É impossível não falar em um ministro do Meio Ambiente que odeia o meio ambiente. Nunca vi isso”, declarou Palmeira. Por outro lado, ele disse que “só bater no inimigo não dá muito resultado”.
“Você acaba fortalecendo ele. Temos que pulverizar o discurso e mobilizar as pessoas”, acrescentou. Vale lembrar que as queimadas no Pantanal já destruíram 21,9% do bioma – o que significa 32.910 quilômetros quadrados e 21.084 focos de incêndios.
Além de Marcos Palmeira, o debate que reuniu artistas contou também com a participação de Lucélia Santos, Dira Paes, Edmara Barbosa, Letícia Sabatella, Rainer Cadete e Thiago Lacerda.
“Sabemos que todo o sistema protetor do meio ambiente está sendo desmontado de forma criminosa e irreversível. E isso tem nome e sobrenome”, declarou Lucélia Santos.
Já Letícia Sabatella ressaltou que é preciso dar atenção também para o que será feito nessas áreas atingidas pelo fogo. “Precisamos nos preocupar com o que vai surgir ali”, advertiu.
Ontem (29) a comissão também divulgou uma carta-convite em que pede que mais artistas se manifestem sobre as queimadas no Brasil, visando atrair mais atenção e conscientização da população.
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Impossivel não questionar se incêndios na Amazônia e no Pantanal foram naturais ou provocados, sabe-se lá com que intenção. Estamos órfãos de líderes e carentes de super heróis numa época de doenças, isolamento e luto, em que mais imprescindíveis são os santos e milagres, as ressurreiçoes e as curas, enquanto políticos discutem e divergem sobre "toma lá, dá cá aquela palha" , perdendo tempo e dinheiro da gente por baboseiras e rixas que apenas nos convencem de que só Jesus na causa mesmo, se é que O merecemos.