Um médico “demonizar” a alimentação vegetariana, alegando que não podemos ser saudáveis sem o consumo de proteína animal, é um atestado de pedantismo e desinformação. Ademais, um médico para falar mal da nutrição vegetariana deve pelo menos estudar a respeito. Mas a verdade é que se ele estudasse, provavelmente não falaria mal.
Séculos antes da era cristã, os vegetarianos já existiam (claro que não se usava esse termo, porque até então as terminologias pouco importavam), e vão continuar nascendo, se desenvolvendo, criando filhos, etc. Se a alimentação sem ingredientes de origem animal não fosse boa, teríamos notícias frequentes de morte de vegetarianos e veganos, mas sabemos que não é bem isso o que acontece.
Uma prova? Basta comparar quantas pessoas morrem em decorrência de doenças associadas ao consumo de proteína de origem animal e quantas morrem em decorrência de doenças relacionadas ao consumo de proteína de origem vegetal, por exemplo. A lógica é simples.
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Eu tenho uma proposta de teste a fazer: Vamos visitar uma clínica de hemodiálise e ver quantos estão lá que são vegetarianos ou veganos? Resposta: provavelmente ninguém.