Em uma terça-feira, a orca Tahlequah deu à luz perto de Victoria, na província canadense da Colúmbia Britânica. “Naquele momento, cercada pela família e nadando ao lado de sua mãe, tudo estava perfeito”, descreveu o The Washington Post. Então a bebê orca parou de se mover e Tahlequah ficou aterrorizada quando percebeu que ela não reagia.
Segundo o fundador e investigador do Centro de Pesquisas de Baleias da Ilha de San Juan, Ken Balbomb, a orca não estava preparada para dizer adeus. “Por horas, ela sofreu. Ainda era vista empurrando seu bebê para a superfície”, disse Balcomb ao Washington Post. O luto, que chamou a atenção pela duração, se estendeu por mais de dez dias.
Tahlequah transportou diariamente a bebê de mais de 181 quilos por mais de 100 quilômetros, mantendo-a sobre o seu nariz. Após alguns dias, as outras orcas que a acompanhavam, como em um cortejo fúnebre, começaram a revezar no transporte da bebê. Desde então, o episódio tem atraído grande repercussão por mostrar como as orcas são sensíveis e desenvolvem grandes vínculos maternais e sociais.
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