Categorias: Opinião

O teste ergométrico

Como faço todos os anos, fui até a clínica cardiológica fazer o teste ergométrico, e quando terminei ainda tinha pique para ir um pouco além. O técnico me disse que de centenas de pessoas que passam pela clínica anualmente, não mais do que dez conseguem chegar até o final do teste ergométrico. Recebi vários parabéns da equipe da clínica. E há outro ponto a se considerar, o fato de que sou vegano. Enquanto muitos usam a desculpa de que é impossível garantir força, resistência e massa muscular sem carne, laticínios e ovos, eu continuo rendendo muito bem nas atividades físicas; e simplesmente porque eu quero e me empenho para isso.

 

David Arioch

Jornalista (MTB: 10612/PR), mestre em Estudos Culturais (UFMS) com foco em pesquisa sobre veganismo e fundador da Vegazeta.

Posts Recentes

O bezerro no prato e o som de tripa de carneiro

Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…

1 semana ago

O abate que (quase todos) ignoram

No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…

2 semanas ago

Uma reflexão sobre a violência por trás do leite

No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…

3 semanas ago

Por que ser cruel com os animais?

Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…

4 semanas ago

Ser vegano “é coisa de mulher”?

Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…

1 mês ago

Uma crítica ao “veganismo de mercado” a partir do pensamento de Habermas

Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…

2 meses ago