Ontem (16), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) confirmou a proibição da atividade conhecida como “pega do porco” em mais duas cidades – Araricá e Portão.
“Ambas as sentenças foram de total procedência, na linha das demais proibições já proferidas pelo poder judiciário gaúcho em casos semelhantes. Nenhuma tradição pode legitimar crueldade e sofrimento animal”, disse o advogado Rogério Rammê, que elaborou as duas ações civis públicas em parceria com a advogada Renata Fortes.
As ações foram promovidas pelo Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA) e pela União Protetora dos Animais de Portão (UPAP). Na “pega do porco”, os participantes perseguem porcos de tenra idade, em espaço demarcado, jogando-se sobre os bichos de maneira agressiva.
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