Na semana passada, a ativista dos direitos animais e membro da Assembleia Legislativa de Nova York, Linda Rosenthal, apresentou um projeto de lei que prevê a proibição da produção e venda de peles de animais no estado de Nova York até 2021.
“Cada vez mais, os consumidores estão procurando fazer compras éticas e sustentáveis - peles não são nada disso”, disse Rosenthal, segundo publicação do jornal New York Post de ontem.
Linda argumentou que o comércio de peles é baseado em violência contra os animais e isso é antiético, porque hoje a nossa perspectiva moderna nos permite ver os animais como companheiros e seres sencientes.
“As fazendas de peles nos Estados Unidos criam animais como guaxinins, raposas, martas e chinchilas para matar simplesmente por causa de suas peles, e muitas vezes usando métodos cruéis e desumanos”, criticou a parlamentar em memorando apresentado na Assembleia Legislativa.
Cidades como San Francisco e Los Angeles já baniram o uso de peles. Tudo indica que o PL tem grandes chances de aprovação, embora o Fur Information Council of America esteja mobilizando lobistas para intervir no processo, sob a alegação de que a indústria de peles gera 1,1 mil empregos na cidade de Nova York.
Por outro lado, a Humane Society International lembrou que mais de 100 milhões de animais são mortos por ano apenas para que os seres humanos extraiam e utilizem desnecessariamente a pele de outros animais.
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…
Foi o fator econômico que acabou com a escravidão e levará à libertação animal? Há…
O que comemoramos quando mais animais são mortos e consumidos? Em 2024, o Brasil bateu…
A prisão é o corpo: além do matadouro O consumo humano transforma animais em prisioneiros…
Amor ou justiça: por que a ética do cuidado é mais eficaz A premissa de…
Pode parecer coerente usar o termo “feito de plantas” em relação a alimentos ou pratos…