Quem passou pelo Parque Nacional de Brasília na última quinta-feira (13) pôde testemunhar uma cena de salvamento. Um grupo de biólogos, veterinários, tratadores e técnicos ambientais do Parque Nacional de Brasília tentava socorrer um queixada que tinha um pedaço de arame liso enroscado no pescoço, que possivelmente era parte de um petrecho de caça.
Se não fosse retirado logo, o animal, que faz parte de um grupo de cerca de 35 indivíduos, poderia se machucar e ser estrangulado. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), como ele é extremamente social, mas pode se tornar agressivo quando algum dos seus é ameaçado, foi necessário mover os visitantes para outro local. Só assim, e sem a necessidade de sedá-lo, os técnicos puderam se aproximar do animal em segurança para livrá-lo do item usado em caçadas.
De acordo com o ICMBio, por bem, o arame não feriu o queixada e foi retirado rapidamente, de modo a resguardar a saúde e a integridade física do bicho. No Parque Nacional de Brasília, esses animais podem ficar perto da área de visitação em busca de frutos, principalmente o ingá. Ao avistar o grupo, a equipe do parque recomenda manter distância, mudar a direção e esperar eles passarem, já que só atacam se forem provocados.
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