Você sabia que a vida do “gado leiteiro” pode ser ainda pior do que a do “gado de corte”? “Mas como assim?” Porque na produção de carne um animal é criado, engordado e morto, apesar de ainda jovem.
De fato, sua expectativa de vida não é considerada porque isso significa mais custos e “desvalorização de matéria-prima”. Sim, isso é muito ruim.
Por outro lado, na produção de leite há o custo da exploração da vaca até a exaustão, ou seja, até o momento em que ela deixa de atingir níveis aceitáveis de volume leiteiro; isso quando não desenvolve “problemas de saúde considerados onerosos demais” para mantê-la viva.
Em decorrência dessa triste realidade, e sob a perspectiva de mercado, ela passa a ser considerada inútil e descartável. Como consequência, quando o “problema não compromete a carne”, seu destino comum é o matadouro – o que significa que também é reduzida a produto comestível após uma vida de exploração para obtenção de leite destinado ao consumo humano.
Além disso, claro, há o inevitável abate do bezerro (um subproduto da produção leiteira) que pode ou não ser reduzido a pedaços de carne dependendo do contexto e do país.
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