No final de semana, uma usuária do Instagram identificada como Maria Clara publicou um vídeo do atropelamento de uma cadelinha em um condomínio em João Pessoa (PB).
O repórter Emerson Machado, conhecido como Môfi, que trabalha para a TV Correio, afiliada da rede Record, estava dirigindo uma caminhonete Toyota Hilux em área com limite de velocidade de 30 km/h quando passou por cima do animal, o matando.
Maria Clara, que era a tutora da cadelinha Penélope, denunciou no Instagram que quando foram falar com Machado, ele disse que não viu nenhuma cadela e “perguntou qual era o preço dela para dar outra.”
“O condomínio tem um limite de velocidade a ser seguido (30km/h) por conta de ter muitas crianças e animais como residentes.” Maria Clara criticou que após o atropelamento, Emerson Machado não voltou para prestar socorro. “Não venha me falar que não viu porque qualquer ser humano em sã consciência teria visto, e não venha tentar me comprar oferecendo dinheiro”, desabafou Maria Clara.
Em sua defesa, o repórter alegou em um vídeo também compartilhado nas redes sociais que estava levando um rapaz para a UPA para suturar o dedo no momento do atropelamento. “Se eu tivesse visto a cachorra eu não teria atropelado ela. E eu não estava bebendo, quem me conhece sabe que eu não bebo”.
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