Em muitos países, e inclusive no Brasil, pessoas pagam para comer baby lamb, que nada mais é do que uma referência à carne de um cordeirinho com no máximo seis meses de idade, considerada “tenra e surpreendentemente macia”. Acho que não é preciso dizer que esse é o tipo de comércio incentivado a partir do consumo de carne. Abre-se precedentes para a legitimação de chocantes tipos de práticas consumistas.
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