Encontramos animais silvestres mortos na estrada, o que me parecia sempre trágico, principalmente quando os filhotes cercavam o pai ou a mãe que nunca mais veriam com vida, emitindo gemidos vigorosos ou fragilizados.
O som não transformava nada ao seu redor. Sequer parecia mover a tiririca que brotava no canto do asfalto tórrido. Ainda assim a iteração da cena não a tornava menos adventícia.
Talvez fosse reles para tantos outros, não para mim que via cada morte animal como um exemplo da displicência e efemeridade existencial.
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