Na última terça-feira, o Comitê Médico pela Medicina Responsável dos Estados Unidos (PCRM), organização sem fins lucrativos que representa 12 mil médicos, entrou com uma ação contra o governo dos EUA após a identificação de coliformes fecais na carne comercializada no país.
O processo aberto no Tribunal do Distrito de Columbia responsabiliza o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) por ignorar as preocupações sobre contaminação fecal.
A entidade aponta que em 14 de março de 2013 já havia solicitado ao Departamento de Agricultura para que qualificasse as fezes encontradas em produtos alimentícios como um adulterante sob a Lei Federal de Inspeção de Carnes e Lei de Inspeção de Produtos Avícolas, o que foi ignorado pelo órgão.
“Embora o USDA implemente uma política de ‘tolerância zero’ para contaminação fecal, essa política aplica-se apenas à contaminação fecal visível. Carne de frango, por exemplo, é aprovada na inspeção desde que as fezes não sejam visíveis a olho nu”, aponta o PCRM.
Na ação, a entidade incluiu depoimento de um inspetor federal que disse que cansou de ver aves descendo pela linha de produção com os intestinos ainda presos. “Uma vez que a ave entre no tanque de resfriamento [um grande tanque de água fria], a contaminação fecal entrará na água e contaminará todas as outras carcaças do resfriador. É por isso que às vezes chamamos de ‘sopa fecal’”, revela o inspetor.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…