Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”.
A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.
Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.
O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.
E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.”
O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…
Visualizar comentários
Ao invés da proibição total temos que aceitar a parcial...dai-me paciência!