Todo ano, fevereiro é o mês que marca o fim do “descarte” de vacas leiteiras no Brasil, já que elas costumam ser abatidas principalmente entre novembro e janeiro. No entanto, há casos em que o “descarte” seguido de abate se estende até março.
São três meses tradicionais de matança de fêmeas bovinas que procriaram e entraram em fase de lactação para que seu leite seja destinado para consumo humano.
Neste mundo, o ser humano explora esses animais por “fator único de viabilidade econômica”. Depois, se o seu valor morto for maior do que o seu valor vivo (que pode ser considerado prejuízo nesse contexto), então é decretada sua morte.
Assim, sua carne também acaba nos açougues, em bandejas das seções de frios dos mercados ou simplesmente reduzida a hambúrgueres. Logo o fim do “gado leiteiro” não é diferente do “gado de corte”. A única diferença é que as vacas têm um ciclo de exploração mais duradouro.
Nesse meio, você também encontra vacas bem jovens que são mortas por terem “pernas ruins” ou úberes com um formato que não favorece muito a ordenha. Animais com temperamento considerado “difícil ou ruim” também podem acabar mais cedo no matadouro.
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