Buscando alternativas para o desenvolvimento de novas bebidas, Morteza e Roxana Saidi, pai e filha, decidiram investir na utilização de pistache como principal matéria-prima para a produção de um novo leite vegetal nos EUA.
Um dos motivos é que a oleaginosa, além de ser um produto diferenciado no mercado de leites vegetais, requer menos água na cadeia produtiva do que outras matérias-primas como a amêndoas.
Segundo a Táche, empresa fundada pela família Saidi em Nova York, o leite de pistache tem uma consistência diferenciada, além de ser de baixa caloria e rico em proteínas. Também é oferecido em opção zero açúcar.
A marca acrescenta que o pistache é rico em gorduras insaturadas e conta com vitamina B6, tiamina, cobre, potássio, magnésio e ferro – o que torna o leite produzido a partir da oleaginosa um produto com grande potencial.
O leite de pistache também ganhou o mercado com um compromisso social. Parte dos lucros do produto, que já está sendo comercializado em Nova York, é destinada ao Lower East Side Girls Club, organização sem fins lucrativos que oferece oportunidades em educação, capacitação e empreendedorismo para garotas em situação de vulnerabilidade social.
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