De acordo com matéria publicada ontem (22) pelo G1, o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) concedeu liberdade provisória a uma advogada vegana, presa por suspeita de integrar uma organização especializada na exploração de jogos de azar.
A defesa da advogada argumentou que ela estava se alimentando apenas de “cenoura e quiabo” e que, em consequência da má alimentação, começou a passar mal.
Com o nome mantido em sigilo pelo TJ-GO, a advogada teve a liberdade provisória garantida este mês pela juíza Placidina Pires, da Vara Dos Feitos Relativos a Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais.
“Observo que, não obstante tenham sido preenchidos os requisitos para a decretação da prisão preventiva, verifico que, nesta oportunidade, a defesa técnica demonstrou que [a advogada], por ser vegana, necessita de alimentação adequada, que não é fornecida pela unidade prisional”, apontou a juíza.
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