A organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) está alertando sobre os riscos e consequências da produção e consumo de café de civeta, o classificando como um produto que financia uma realidade que pode favorecer o surgimento de uma nova doença zoonótica com potencial de virar pandemia.
A justificativa é que no processo de fabricação é comum manter civetas confinados para que comam os grãos de café que mais tarde serão defecados, coletados e limpos.
Esses pequenos mamíferos noturnos originários da Ásia e da África são submetidos a essa triste realidade porque têm a habilidade natural de selecionar os melhores grãos para se alimentarem.
Como não digerem a semente do café, mas somente a polpa, o grão passou a ser visto como um produto com grande valor de mercado, já que sofre uma modificação “especial” no processo digestório.
O processo dá origem ao Kopi luwak ou café de civeta, considerado o café mais caro do mundo e que tem sua produção associada à morte e captura de milhares de civetas. Ainda assim, o produto pode ser comprado pela internet por qualquer pessoa.
A PETA lembra que a captura e o confinamento de animais com fins de consumo deram origem a doenças como gripe aviária, gripe suína, sars, mers e covid-19.
“O mundo já está lutando contra uma doença mortal de origem animal, e a última coisa que deveríamos fazer é enjaular civetas para que alguém possa coletar seus resíduos e vender o café feito com os grãos neles encontrados”, diz a presidente da PETA, Ingrid Newkirk.
“Se os consumidores de café continuarem a apoiar a indústria cruel e perigosa de kopi luwak [café de civeta], eles correm o risco de se ver do lado errado da história quando a próxima pandemia chegar.”
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Ah, esses terráqueos psicopatas e suas elucubrações tão férteis quanto aterradoras diante de inocentes, carentes e fracos. Quanto ainda precisarão aprender sobre compaixão e misericórdia através de lições punitivas energéticas e dolorosas chamadas tsunamis e pandemias, já que são surdos às intuições dos anjos, para que se tornem menos demônios do que têm sido.