Embora a prática de onicectomia, que é a retirada de garras de gatos, tenha sido proibida no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) em 2008, o país não conta com lei federal contra a prática e que responsabiliza tanto o profissional que realiza o procedimento quanto o tutor.
Por isso, na semana passada, o deputado federal Fred Costa (Patriota-MG) protocolou o Projeto de Lei 5292/2020, que classifica como crime de maus-tratos a realização de onicectomia. Para quem recorre a esse procedimento, a justificativa é “evitar aranhões e destruição de móveis”.
“Não é difícil imaginar o quanto esse procedimento é prejudicial ao bem-estar desses animais. Além do trauma cirúrgico, o procedimento provoca diversas dores secundárias que acompanharão o animal por toda a vida, pois, para compensar a disfunção decorrente da retirada das falangetas, ele passa a se locomover de uma forma não natural, sobrecarregando outros membros de seu corpo”, destaca Fred Costa.
E acrescenta: “Os gatos utilizam suas garras para o equilíbrio, defesa, marcação
de território, caça, diversão e alongamento de seus músculos. Um felino
desprovido de garras fica privado de exercer todas essas atividades naturais e
sofre com dores decorrentes dessa alteração estrutural.”
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…