ALTAMIRA, PARÁ, BRAZIL: Aerial image of burning in Altamira, state of Pará. (Photo: Victor Moriyama/Greenpeace), Amazon Burning ALTAMIRA, PARÁ, BRASIL: Imagem aérea de queimadas na cidade de Altamira, Estado do Pará. (Foto: Victor Moriyama / Greenpeace)
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o mês de setembro chegou ao fim com aumento de 60% do número de queimadas na Amazônia em relação ao mesmo período de 2019. Foram identificados 32 mil focos incêndio no mês passado.
Uma consequência comum do desmatamento, o fogo é utilizado para “limpar” uma área para formação de novas pastagens. No entanto, sem controle, como tem sido bem comum no Brasil, o fogo pode se alastrar por áreas ainda maiores e gerar um impacto ainda mais severo do que aquele já desencadeado pelo que já havia sido anteriormente planejado pelos desmatadores.
Segundo a organização WWF-Brasil, mesmo com a presença dos militares na região até 2022, a medida parece longe de garantir a redução dos incêndios florestais.
“Os dados apontam que desmatamento e queimadas seguem em níveis altos na Amazônia quando se olha toda a série histórica de monitoramento pelo Inpe ou pelos sistemas externos – incluindo a Nasa e outras plataformas internacionais que fornecem dados que confirmam o que diz o instituto oficial brasileiro”, avalia.
E acrescenta: “Dados de satélite monitorados pela Nasa mostram que, neste ano, 54% dos focos na Amazônia tiveram como origem o desmatamento.”
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…