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Com não mais que sete anos, numa noite fui até a cozinha e encontrei meu pai sentado no chão, aparentemente falando sozinho. Quando me aproximei, vi que tinha um rato perto dele, desses que a maioria despreza e mata quando invadem a cozinha. Ele conversava com o animalzinho, e achei aquilo intrigante.
Por alguns meses, encontrou todas as noites aquele ratinho ruço, o alimentando com a mais singela malácia. Mazzaropi sempre retornava quase no mesmo horário, com diferença de minutos. Um dia, desapareceu. Então perguntei ao meu pai o que ele faria: “Nada, porque na hora certa ele seguiu o seu caminho, o que não deve ser traçado por nós só porque demos a ele um pouquinho daquilo que chamamos de carinho.”
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