Uma das grandes apostas da Perdigão para o Natal, o Chester é comercializado no Brasil desde 1982. Mas será que os consumidores conhecem a realidade que antecede a chegada desse “produto” ao mercado?
Sobre o Chester, que é um frango geneticamente modificado, que teria sido criado a partir de uma ave escocesa, a Perdigão diz:
“Chester é um animal, mas não é uma espécie diferente de ave, como o peru ou o avestruz, por exemplo. É a mesma espécie que o frango convencional.”
No entanto, há uma diferença significativa entre o “frango comum” e o Chester, já que o primeiro pesa de 1,8 a 2,5 quilos enquanto o Chester tem pelo menos quatro quilos.
Hormônios? Segundo a Perdigão, não faz sentido a aplicação de hormônios sintéticos no Chester porque as aves são abatidas antes do tempo necessário para que as substâncias comecem a fazer efeito.
De qualquer forma, chama atenção o animal chegar a quatro quilos em 50 dias. Os machos são abatidos com essa idade, já as fêmeas vão para a sangria antes – com 35 dias.
Imagine como deve ser locomover-se sendo um frango, mas com o dobro do peso alcançado em tão pouco tempo. Parece doloroso. E quanto a morrer com menos de dois meses de idade? Cruel…e esse animal é vítima do paladar dos brasileiros há décadas.
O que amplifica a estranheza é que milhões são consumidos nesta época do ano sem que o consumidor faça qualquer questionamento ou conexão, mesmo após tanto tempo de “tradições festivas” que envolvem a morte e oferta do Chester.
Enfim, mais um animal reduzido a produto para celebrar um período em que desejamos paz financiando violência contra outras espécies.
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Indispensável que consumidores saibam de fontes veganas, que são cúmplices da tortura e morte de inocentes, em nada condizentes com a paz do Natal que pedem a Deus. Se quer ser feliz, não infelicite e se quer viver, nao mate. Esse o requisito principal para você ganhar seu presente, o merecimento.