De acordo com um levantamento da organização World Animal Protection, cerca de 40 bilhões de frangos criados para abate por ano vivem em condições deploráveis no mundo.
A maioria desses animais, que são as maiores vítimas da pecuária motivada pelos interesses do consumidor por “carne branca”, é submetida a sistemas industriais intensivos em ambientes sem luz natural ou ar fresco. “São incapazes de ciscar ou abrir as asas. Eles sofrem em cada fase de suas vidas”, afirma a entidade.
Como são animais que resultam de seleção genética para crescerem o mais rápido possível, ou seja, de forma não natural, são comuns problemas como dificuldade de locomoção até corações e pulmões sobrecarregados.
Eles também desenvolvem com mais facilidade feridas, lesões de pele e nos pés em consequência das condições de vida em espaços apertados que são bastante desproporcionais ao rápido crescimento.
O que não ajuda também é que viver em galpões fechados e sem luz natural obriga os frangos a movimentarem-se cada vez menos, o que favorece problemas nas articulações e agrava as dificuldades de movimentação.
“Enfrentam um sofrimento terrível. Com as granjas se tornando cada vez mais industrializadas e intensivas para alimentar a crescente demanda global por carne de frango, essas aves são selecionadas para crescer até três vezes mais rápido que as linhagens tradicionais em um curto espaço de tempo”, destaca a WAP.
Ao final de suas vidas, que chega cada vez mais cedo, com animais sendo abatidos a partir de um mês de idade, as granjas ficam tão superlotadas que o espaço destinado a cada animal é inferior a uma folha de sulfite.
A World Animal Protection denuncia que a maioria dos galpões de criação intensiva de frangos não tem nada além de fileiras de ração e bebedouros.
“Os frangos ficam impossibilitados de expressar seus comportamentos naturais, como se empoleirar, ciscar, explorar o ambiente e tomar banho de areia. Essas atividades normalmente os manteriam ativos e saudáveis. Sem elas, as aves podem sofrer tanto física, quanto psicologicamente.”
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Frangos vivem em condições deploráveis no mundo, o mesmo horror de bois, vacas, bezerros, porcos, perus, patos, gansos, arminhos, peixes e visons, porque humanos são peritos em construir infernos para eles, que os torturam antes de mata-los. Não em nome do Pai que os criou para ser protegidos, amparados, conduzidos e socorridos, vivendo e sendo felizes à semelhança humana nossa e Dele.