Com o crescente interesse da população mundial por alimentos e bebidas mais saudáveis, os probióticos veganos também devem despontar até 2028 como grande diferencial de um mercado que promete movimentar mais de R$ 400 bilhões até 2028, segundo levantamento da Associação Internacional de Probióticos.
Além disso, Brasil, China e Índia estão entre os países com grande potencial de crescimento, considerando que uma maior preocupação em consumir mais alimentos de origem não animal, por fatores incluindo busca por mais saúde e qualidade de vida, também tem ampliado a demanda por probióticos veganos nesses países.
Essa conclusão é corroborada por um relatório da empresa de pesquisa global de mercado Fact.MR, que faz uma análise do potencial de faturamento do segmento de probióticos veganos até 2028.
O que motiva esse crescente interesse é a classificação dos probióticos como fontes de boas bactérias que ajudam a manter o intestino humano saudável. “Recentemente, os probióticos veganos passaram a conquistar a predileção dos consumidores, principalmente daqueles que preferem comida vegana”, aponta o relatório.
O mercado, que hoje conta com probióticos em comprimidos e pílulas, tem sido favorecido também por bebidas como kombucha e kefir de água, além de tempeh, kimchi, missô, chucrute e outros alimentos fermentados. “Abordagens inovadoras fornecerão novas oportunidades para o mercado de probióticos à base de vegetais.”
Embora os produtos veganos da categoria sigam em ascendência, ainda há muitos consumidores que os desconhecem. “Os fabricantes têm a oportunidade de aumentar suas vendas, espalhando conhecimento sobre seus produtos”, sugere a Fact.MR.
Uma das bebidas probióticas que tem conquistado maior visibilidade no mercado atualmente, o kombucha deve movimentar R$ 26 bilhões até 2025, com taxa de crescimento anual composta de 16%, segundo projeção da empresa de pesquisa de mercado Global Market Insights.
“A demanda por bebidas funcionais e energéticas está aumentando no mundo todo. Kombucha é uma dessas bebidas que é tendência entre as pessoas preocupadas com a saúde”, informa o relatório.
E acrescenta: “O sabor original do kombucha, por ser efervescente, levemente adocicado e azedo tem atraído maior preferência do consumidor por produtos aromatizados. Especulando uma demanda crescente, os fabricantes começaram a trazer novos sabores de kombucha para a mesa.”
Além da diversidade de sabores, outro diferencial tem sido a escolha de matérias-primas orgânicas e a oferta de produtos com baixo teor de açúcar.
Nos Estados Unidos, no final de 2019, uma startup conseguiu arrecadar o equivalente a mais de R$ 130 milhões para expandir a produção de kombucha, ofertando novos sabores e ampliando a circulação de seus produtos. A Fermented Sciences, que desenvolve o Flying Embers, surgiu em 2017, há pouco mais de dois anos, e se tornou um negócio milionário.
Além disso, como a demanda pela bebida desenvolvida a partir da fermentação do chá por uma cultura de bactérias e leveduras está atraindo cada vez mais consumidores em diversas partes do mundo, há várias empresas de investimentos captando milhões de dólares para popularizar e diversificar ainda mais o Kombucha, que tem condições de revolucionar ainda mais o mercado global de probióticos.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…