Cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, anunciaram este mês que estão desenvolvendo uma vacina comestível contra infecções microbianas. O objetivo é ajudar a diminuir a morte massiva de abelhas em decorrência do uso de pesticidas, destruição de habitat e mudanças climáticas.
“Podemos estar agora em um ponto crítico, mesmo sem perceber. Por muito tempo, vimos o serviço de polinização como algo garantido. Mas esses insetos não estão mais lá, estão desaparecendo”, disse a cientista Dalial Freitak a Bloomberg.
A vacina deve ser utilizada para combater a loque americana, uma doença que atinge abelhas do mundo todo e pode matar colônias inteiras. A aplicação que tem uma base doce é feita diretamente na colmeia, para que a rainha consuma em sete a dez dias. Depois de ingerir os patógenos, ela é capaz de desencadear uma resposta imunológica que beneficie seus filhos.
A vacina deve demorar para ser disponibilizada porque é preciso realizar pesquisas de segurança envolvendo as abelhas, os seres humanos e o meio ambiente. No entanto a nova tecnologia já é vista com bons olhos.
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