Em 2017, as francesas Sheryline Thavisouk e Philippine Soulères perguntaram aos amigos veganos do que mais sentiam falta. Como a resposta mais ouvida foi ovos, elas decidiram criar um ovo à base de leguminosas e que agora deve chegar ao mercado.
O que também serviu como motivação foi perceber que o ovo é “praticamente onipresente” na gastronomia francesa, ainda que muitas pessoas na França sejam alérgicas ao ovo.
“O número de alergias continua a aumentar na França e o ovo é o principal alérgeno entre crianças [no país]. Além disso, o crescimento do veganismo e do flexitarianismo tem levado a população a se afastar dos produtos de origem animal”, informam as fundadoras da startup Le Papondu.
Sheryline e Philippine destacam que o ovo vegano, que tem gema idêntica à versão convencional, pode ser utilizado para dar liga e textura aerada em bolos. “Também pode ser consumido mexido ou frito, ou como omelete ou incorporado em várias preparações culinárias”, reforçam.
E acrescentam: “Oferecemos uma alternativa à base de vegetais que respeita sua dieta e sua saúde. O Papondu apresenta uma contribuição nutricional muito interessante, em particular graças às proteínas de origem vegetal.”
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