Ontem (13), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) confirmou proibição da prática de “pega do porco” em Nova Petrópolis, que é resultado de uma ação civil pública ajuizada pela associação União Pela Vida (UPV).
“Foi reconhecido o sofrimento físico e psicológico a que são submetidos os animais utilizados. Trata-se de importante e histórica decisão que fortalece o Direito Animal brasileiro”, diz o advogado Rogério Rammê, que patrocinou a ação em parceria com a advogada Renata Fortes.
Na “pega do porco”, os participantes perseguem porcos de tenra idade, em espaço demarcado, jogando-se sobre os bichos de maneira agressiva.
“A crueldade é do tipo intrínseca, e muitas vezes imperceptível para os organizadores e mesmo para os participantes das provas que usam animais por desconhecerem a ciência do bem-estar animal”, defendeu Rammê em outro caso de proibição em 2019, em Araricá.
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