Em entrevista publicada ontem (25) pelo jornal britânico Independent, o músico e ativista vegano Moby declarou que não há nada mais importante em sua vida hoje do que defender os direitos animais. “Isso é mais importante pra mim do que namorar, do que uma carreira e do que a saúde.”
Ele também deixou claro que está disposto a defender sua posição em qualquer circunstância. “Estou rejeitando ser tímido sobre minhas crenças”, disse.
“Se o mundo questiona meu desejo de proteger seres inocentes e [combater] as mudanças climáticas, proteger a saúde humana, proteger os trabalhadores e reduzir a resistência aos antibióticos, se as pessoas têm problemas com isso, o problema é delas, não é meu.”
Em 2016, Moby lançou o livro de memórias “Porcelain”, em que aborda também seu interesse pelos direitos animais e pelo veganismo, assim como seu crescimento até obter sucesso com a música, conflitos pessoais ideológicos e religiosos e uso de drogas recreativas.
Moby é um dos produtores do documentário “Amazônia em Chamas”, de Michal Siewierski, lançado este mês no Brasil pela Telecine, que expõe a relação entre pecuária e desmatamento. “Como um antigo defensor do meio ambiente, conheço as consequências éticas do consumo de carne. Fiquei chocado com o que aprendemos durante a produção do ‘Amazônia em Chamas’”, disse.
“Este é um filme obrigatório para quem é apaixonado pela natureza e pelo combate à corrupção.”
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