October 2, 2018. Flight from Porto Velho to Rio Branco (Brazil) Aerial views of Amazon rainforest, fires and deforestation. A team from Greenpeace navigated 1065km by boat through the central Amazon, via the rivers Amazonas, Rio Preto do Pantaleão, Maués-Açu, Parauari, Paraná do Ramos and Urubu, to document landscaped and meet the communities and indigenous inhabitants that could be affected by a possible oil exploration and gas in the region in which land blocks will be auctioned by the Brazilian government starting in November. The Greenpeace team discovered that the communities and indigenous populations that should have been consulted about this potential exploration were not informed by the proper government agencies. Additionally, the team found sensitive forest areas that already suffer from their historic menaces of large cattle ranches, mining and logging. Photo by Daniel Beltra for Greenpeace
O Observatório do Clima publicou uma nota em que destaca que o orçamento do governo federal para o meio ambiente em 2021 é o menor do século, o que, segundo a entidade, tem favorecido recordes sucessivos de queimadas e desmatamento na Amazônia. “Não foi falta de orçamento, foi desgoverno”, afirma.
E continua: “No planalto, Bolsonaro faz marketing ambiental. No chão da floresta, seu governo estimula o desmatamento e a destruição do meio ambiente.”
Segundo a entidade, o programa “Adote um Parque” lançado em fevereiro pelo governo “não passa de enganação”. “Cai quem quer. Hoje quem quis cair foi o Carrefour”, diz o secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini.
O programa visa estimular empresas a destinarem dinheiro ao Ministério do Meio Ambiente para uma suposta conservação de áreas protegidas. “[Isso] enquanto o ministro Ricardo Salles planeja a extinção do Instituto Chico Mendes, reduz orçamento para combate ao desmatamento e deixa parados bilhões de reais que poderiam ser usados em ações de redução do desmatamento e atividades econômicas sustentáveis”, acusa a entidade.
O Carrefour se comprometeu em doar R$ 4 milhões por ano ao “Adote um Parque” e avaliou o programa como positivo. Para o Observatório do Clima, isso apenas ajudará o governo “a criar uma cortina de fumaça em todo o projeto de destruição ambiental que pratica”.
“O Brasil tem há quase duas décadas o maior programa de ‘adoção de parques’ em florestas tropicais do mundo, o Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia), criado em 2002 com recursos internacionais, que já executou R$ 389 milhões e tem mais US$ 215 milhões para executar em sua fase atual”, informa o Observatório do Clima.
“O governo tem ainda R$ 2,9 bilhões do Fundo Amazônia, que não gasta em projetos de proteção da floresta e fiscalização ambiental porque não quer – e está sendo processado no STF por deixar o dinheiro parado.”
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