Há muito nos olhos de um animal pendurado para morrer

Lembro quando disseste que há muito nos olhos de um animal pendurado para morrer – como se sua vida ali se concentrasse. Há sempre um corpo, que já não consegue se mover, porque seu deixou de ser. Mas e quando foi? Baralhado seria afirmar que nunca? Nessa miséria implicada ao outro, quem tem um corpo? […]

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