A parábola de Janko

Janko viajava de vila à vila, cidade à cidade. Mesmo sem residência fixa, não carregava malas nem sacos. Afirmava que não tinha história, que o presente era o que deveria ser considerado. Dormia ao relento do alheado relento, nos alcantis ou no topo das árvores, onde poderia sentir a flama da comunidade. Chegava sempre silente. […]

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