Em 1887, Stepan Behrs registrou em uma carta que Tolstói, seu cunhado, ficou eufórico quando soube que máquinas estavam sendo desenvolvidas com o propósito de livrar os animais do transporte de cargas e do arado. Ele vislumbrou um cenário em que animais não sofreriam em decorrência de um esforço físico em benefício humano que custasse a redução de suas expectativas de vida. Isso foi há 132 anos. Saiba mais sobre Tolstói e à crítica a exploração animal e exaltação do vegetarianismo – clique aqui.
Referência
Christian, R.F.. Tolstoy’s Letters: Volumes I & II. Charles Schriber’s Sons (1991).
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
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Agora com a corrida para a riqueza, e tão somente, estamos ficando mais ignorantes que os antigos, em se tratando com o meio ambiente, clima e generosidade com os animais, e uns com os outros, que fenômeno seria, se até os céus, sempre interferiram, houve uma mudança de paradgmas, já no Velho Testamento, sobre os sacrifícios de animais.