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42% dos alemães dizem que estão reduzindo consumo de carne

De acordo com uma pesquisa publicada na revista Foods, 42% dos alemães dizem que estão reduzindo o consumo de carne.

Esse percentual baseado em entrevistas com mil pessoas é bem mais significativo do que o de uma pesquisa anterior realizada pela empresa britânica YouGov, que apontou que na pandemia de covid-19, 29% dos alemães decidiram reduzir o consumo de carne.

Mercado promissor para proteínas alternativas

A pesquisa também revela que na Alemanha há um mercado promissor para carnes cultivadas. Embora a maioria dos consumidores na Alemanha ainda não tenha ouvido falar do produto, 58% dos alemães disseram que estariam dispostos a experimentá-la.

A publicação destaca a Alemanha “como uma das nações mais vegetarianas da Europa” e aponta que o consumo de carne per capita vem diminuindo há várias décadas.

“Agora, pela primeira vez, as evidências sugerem que os consumidores alemães que não estão limitando deliberadamente seu consumo de carne estão se tornando minoria”, informa a pesquisa.

Mudança de comportamento de consumo

O autor do estudo, Christopher Bryant, do Departamento de Psicologia da Universidade de Bath, no Reino Unido, explica: “Sabemos que a normalidade social do consumo de carne desempenha um grande papel em justificá-la. Agora estamos nos aproximando de um ponto de inflexão, onde a maioria das pessoas está decidindo que, principalmente por razões éticas e ambientais, precisamos deixar de comer animais.”

E acrescenta: “À medida que comer animais se torna menos normal, provavelmente veremos um aumento na demanda por alternativas, como carne cultivada e vegetal.”

Vale lembrar também que um relatório oficial publicado pelo Escritório Estatístico Federal, o Destatis, já havia informado também que os alemães estão consumindo cada vez menos carne.

David Arioch

Jornalista (MTB: 10612/PR), mestre em Estudos Culturais (UFMS) com foco em pesquisa sobre veganismo e fundador da Vegazeta.

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  • Consumir cadáveres não deveria ser uma prática de humanos supostamente civilizados que, apesar dos séculos
    passados, continua sendo o sanguinario insaciável, em matéria de cardapio. Se não for possível por compaixão aos inocentes esquartejados, seja por ética, pela propria saúde e a do Planeta, essa reflexão inadiável sobre a anormalidade do consumo de carne. A lei contra os maus tratos, que deveria proteger TODOS os animais, não se estende aos chamados "de consumo" que continuam senfo assassinados "na boa ", sem nenhuma punição para os assassinos liberados com o aval da Justiça injusta para pintar e bordar com eles à vontade e com todo o prazer.

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