O filho do renomado conservacionista Jacques Cousteau, Pierre-Yves Cousteau, agora faz parte do conselho consultivo da BlueNalu, uma startup sediada em San Diego, nos Estados Unidos, que está desenvolvendo alternativas aos “frutos do mar” a partir de células cultivadas em laboratório. O objetivo é contribuir para acabar com a captura de camarões, lagostas, polvos, lulas e mexilhões.
“A equipe da BlueNalu é a mais experiente do setor e é claramente capaz de administrar a escala desse empreendimento, e estou animado em contribuir com esses visionários. Tenho uma relação muito pessoal com o mar, e os impactos da BlueNalu podem levar a uma melhoria significativa da nossa saúde global e da sustentabilidade de nossos oceanos”, justificou Cousteau em um comunicado oficial da startup.
Outras empresas também estão investindo em empreendimentos que ajudem a reduzir o impacto na vida marinha. Em agosto do ano passado, a Good Catch Foods, também dos EUA, arrecadou 8,7 milhões de dólares para investir em alternativas ao consumo de peixes e de “frutos do mar”. Alternativas veganas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e aos alimentos baseados em siri estão entre as apostas da Good Catch.
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…
Foi o fator econômico que acabou com a escravidão e levará à libertação animal? Há…
O que comemoramos quando mais animais são mortos e consumidos? Em 2024, o Brasil bateu…
A prisão é o corpo: além do matadouro O consumo humano transforma animais em prisioneiros…
Amor ou justiça: por que a ética do cuidado é mais eficaz A premissa de…
Pode parecer coerente usar o termo “feito de plantas” em relação a alimentos ou pratos…