O filho do renomado conservacionista Jacques Cousteau, Pierre-Yves Cousteau, agora faz parte do conselho consultivo da BlueNalu, uma startup sediada em San Diego, nos Estados Unidos, que está desenvolvendo alternativas aos “frutos do mar” a partir de células cultivadas em laboratório. O objetivo é contribuir para acabar com a captura de camarões, lagostas, polvos, lulas e mexilhões.
“A equipe da BlueNalu é a mais experiente do setor e é claramente capaz de administrar a escala desse empreendimento, e estou animado em contribuir com esses visionários. Tenho uma relação muito pessoal com o mar, e os impactos da BlueNalu podem levar a uma melhoria significativa da nossa saúde global e da sustentabilidade de nossos oceanos”, justificou Cousteau em um comunicado oficial da startup.
Outras empresas também estão investindo em empreendimentos que ajudem a reduzir o impacto na vida marinha. Em agosto do ano passado, a Good Catch Foods, também dos EUA, arrecadou 8,7 milhões de dólares para investir em alternativas ao consumo de peixes e de “frutos do mar”. Alternativas veganas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e aos alimentos baseados em siri estão entre as apostas da Good Catch.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…