De acordo com um relatório divulgado na semana passada pela Financial News Media, o mercado de proteínas vegetais pode mais do que triplicar até 2032. As proteínas à base de vegetais vendidas como alternativas aos alimentos de origem animal já fizeram com que o mercado global atingisse um valor de US$ 10,9 bilhões este ano. Já para 2032, a estimativa é de US$ 34,5 bilhões.
“Se as vendas continuarem a crescer, conforme projetado, a indústria de alimentos à base de vegetais tem potencial para tornar seus produtos ainda mais viáveis em supermercados e restaurantes.”
Segundo o relatório, entre 2017 e 2021, o consumo de alimentos à base de vegetais proporcionou ao mercado uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 10%. “O período marcou uma mudança de hábitos dos consumidores, com mais pessoas aderindo ao veganismo”, frisa.
E continua: “O surgimento de novos produtos, como alternativas aos laticínios, ovos e carnes, tem resultado no aumento da aceitação desses alimentos pelos consumidores.”
A publicação também enfatiza que além do mercado estar sendo aquecido por opções também ricas em nutrientes, campanhas de conscientização com o apoio de atletas e celebridades têm promovido o consumo de produtos à base de vegetais.
“A facilidade de aquisição por meio de canais de vendas on-line também deve impulsionar ainda mais o mercado”, avalia.
Outro apontamento feito no relatório é que hoje as pessoas estão ficando mais conscientes sobre a crueldade contra os animais na indústria alimentícia, o que também contribui para elevar o interesse por proteínas de origem não animal.
“Os fabricantes de alimentos à base de vegetais estão trabalhando com restaurantes e redes de supermercados, tentando obter uma vantagem competitiva expandindo sua distribuição de produtos.”
Além disso, o relatório é concluído reforçando que o aumento das vendas e da utilização de alternativas à base de vegetais tendem a inspirar ainda mais os consumidores a mudarem seus hábitos.
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