Há animais que já não reagem diante da morte, como o boi que “aceita” a violência do dardo da pistola pneumática em seu cérebro sem tentar escapar da caixa, o porco que passa horas com o olhar disperso sem mudar de posição em um pequeno espaço de confinamento em uma fazenda e o frango que deixa de bater as asas durante a viagem ao matadouro dentro de uma gaiola de plástico.
Bom, nenhum desses são exemplos de que está tudo bem em matar e consumir animais, mas sim de que aproveitamos de suas vulnerabilidades para fazermos o que quisermos com eles. Como somos mais inteligentes, usamos isso a nosso favor, mesmo que em ações notoriamente imorais se partimos da perspectiva de que, mais cedo ou mais tarde, obliteramos a vida de quem não quer morrer, assim que o seu “propósito” de proporcionar lucro for cumprido.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…