Rubens parou o carro na beira da estrada. Ele, a esposa e os três filhos desceram para admirar um boi que coçava a cabeça em uma porteira a poucos metros. Se aproximaram e perceberam que o animal era bem manso.
As três crianças acariciaram sua cabeça e riram como nunca. Não imaginavam que um animal daquele tamanho pudesse ser tão dócil. Sem se incomodar, o boi apenas os observava com seus olhos cristalinos.
Duas horas depois, já estavam em casa almoçando, servindo-se de bifes grelhados, sorrindo e se lembrando da doçura do boi que roçava a cabeça com suavidade sobre uma porteira que trazia no cerne uma cruz de madeira. Mais uma vez, como tantas outras, a beleza da vida foi celebrada com morte.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…