De olho na carne (ou na crueldade)

Ameaçou cortar carne e parou. Não gostou do olho no centro. “Como comer assim?” “Quem colocou ali?” “Se pelo menos fosse de esguelha, uma coisinha sutil, suave, condescendente…” “Ah, vá!” “Pra que me encarar?” “Tenha dó, né?” Volteou a mesa. Ingenuidade ou maldade, os dois ou nenhum dos dois. Olho acompanhava. Aparecia onde queria. “Melhor […]

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