Morrer no matadouro é ser privado de si

Porcos pendurados em sequência na roldana – como se o mesmo corpo se repetisse ao infinito. “Se acontece toda hora e o tempo todo, como não apontar ausência de fim?” Manipulação e possessão das pernas e olhos desconectando-se da vida. Sempre há um corpo fragilizado e macio que já não pertence ao próprio ser. “Deve […]

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