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Popularização do veganismo impulsiona mercado de proteínas vegetais

Foto: Manolis Munchies

Com o aumento da popularização do veganismo, há muitas pesquisas que têm destacado como esse crescimento tem influenciado o mercado global.

Em relação às proteínas vegetais, por exemplo, um relatório da Infiniti Research projeta uma taxa de crescimento anual composta de 9% no período 2021-2025, considerando a influência da demanda da crescente população vegana.

Com isso, a projeção é de que o mercado global de proteínas vegetais alcance um valor de R$ 34,34 bilhões até 2025, e principalmente a partir de leguminosas como a soja e a ervilha, além de cereais como o trigo.

Mais veganos, mais investimentos em proteínas vegetais

O relatório que avalia também o mercado sul-americano, o que inclui o Brasil, destaca o aumento do número de empresas que estão investindo em proteínas vegetais nos últimos anos, conforme cresce a demanda dos consumidores que estão substituindo as proteínas de origem animal.

“O estudo foi conduzido usando uma combinação objetiva de informações primárias e secundárias, incluindo contribuições dos principais participantes da indústria. O relatório contém uma visão abrangente do mercado, além de uma análise dos principais fornecedores”, informa a Infiniti.

As proteínas vegetais que compõem a pesquisa são aquelas comercializadas como suplementos alimentares e utilizadas como ingredientes na indústria alimentícia. Ou seja, que atendem também ao mercado de produtos oferecidos como alternativas à carne e aos laticínios, entre outros, já que o enriquecimento proteico desses produtos costuma ser proveniente de versões concentradas, isoladas e texturizadas de soja, ervilha, trigo etc.

David Arioch

Jornalista (MTB: 10612/PR), mestre em Estudos Culturais (UFMS) com foco em pesquisa sobre veganismo e fundador da Vegazeta.

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