Com o surgimento de dezenas de startups investindo em substitutos da carne nos últimos cinco anos, um dos objetivos agora, além de criar alimentos de qualidade baseados em fontes não animais, é aumentar a produção até os preços se equipararem aos dos alimentos de origem animal. A previsão da Food Navigator-USA é de que isso se torne realidade a partir de 2020. O que significa que em menos de dois anos haverá um ganho em acessibilidade de novas proteínas industrializadas em substituição à carne.
Por enquanto, o primeiro passo das startups mais jovens é conseguir financiamento para garantir um produto de qualidade. O segundo é o investimento sólido na produção; o que não tem sido difícil de conquistar, levando em conta a quantidade de empresas de investimentos mirando o mercado vegetariano e vegano. Considerado promissor, esse mercado já se tornou prioridade para empresas de investimentos como a True Ventures, Collaborative Fund, Draper Associates, Stray Dog Capital, Aegon, Aviva Investors, Coller Capital e Nordea, além de outras.
A startup vegana Seattle Food Tech (STF) anunciou que já está se preparando para aumentar a capacidade de produção de “frango vegetal” para superar os preços da indústria da carne. “A indústria da carne realmente inovou em tecnologia de produção, mas as marcas baseadas em vegetais se concentraram mais em tornar seus produtos palatáveis e funcionais, e alguns deles fizeram um ótimo trabalho nos últimos anos. Queremos projetar as nossas máquinas e instalações para uma produção em grande escala”, disse Christine Lagally, CEO da STF, ao Food Navigator-USA. Até o final do ano, a Seattle Food Tech pretende distribuir seus nuggets saudáveis de “frango vegetal” em escolas e hospitais.
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