Por que animais que serão abatidos geralmente não têm nome?

Uma reflexão a partir do filme “Homens à beira de um ataque de nervos”, de Audrey Dana Por que quando um animal criado para consumo recebe um nome é mais difícil desejá-lo morto (carne) ou matá-lo? Não que seja sempre assim, mas dar um nome a um animal que será morto para fins alimentícios possibilita […]

O que pensar sobre bovinos mortos por eletrocussão?

Ontem (1), vários veículos de mídia publicaram que um cabo de alta tensão caiu em um curral no Tocantins e resultou na morte de 80 bovinos. As matérias destacam como problema “um prejuízo de R$ 200 mil”. É mais um exemplo que serve para refletir sobre o estado de propriedade desses animais, e que se […]

Élisée Reclus e um olhar sobre a exploração animal no Brasil em 1893

Relato do geógrafo e anarquista serve para refutar afirmação de que já houve um bom passado para ser um animal explorado  No livro “A Anarquia e os Animais”, o geógrafo e anarquista francês Élisée Reclus discorre sobre uma viagem que fez ao Brasil em 1893. Em visita a uma propriedade rural, ele deparou-se com um […]

Não reconhecemos os corpos dos animais como dos animais

O corpo de um animal criado para consumo não é visto como um “corpo outro”, como do próprio animal, mas como algo emprestado que pode ser violado sempre que julgado adequado. Talvez a ideia de emprestado também seja tão real quanto irreal, porque ao animal não é permitido exercer domínio sobre o próprio corpo, e […]

Animais devem existir para nos servir?

Conversando sobre hábitos de consumo, alguém diz que “os animais existem para nos servir”. Isso é uma verdade? Sim e não. Sim, porque não é inverdade que animais são trazidos ao mundo para servirem aos interesses humanos, logo não é irrealidade dizer que “existem para nos servir” se for uma constatação de que “estão ‘existindo’ […]

Faça uma doação à Vegazeta.
Sua contribuição é importante para o nosso trabalho.