Tanto a revista Forbes quanto a organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) avaliam que 2021 será um ano em que as alternativas aos peixes serão o grande destaque do mercado de proteínas à base de vegetais que mimetizam alimentos de origem animal.
“Espere ver mais desenvolvimento de peixes veganos”, destaca a Forbes, que cita opções vegetais de atum e frutos do mar sendo oferecidas em mais supermercados.
A revista enfatiza que há produtos que já permitem que os consumidores não veganos também se interessem por essas opções. Nos EUA, uma das empresas que mais tem despontado nesse segmento é a Good Catch Foods, que já prometeu salvar um bilhão de animais por meio da oferta de alimentos que imitam peixes e frutos do mar.
Além da sua expansão na América do Norte e no Reino Unido, a Good Catch já está se inserindo em outras regiões do mundo. O momento é considerado vantajoso porque a previsão para 2025 é de que o mercado de carnes vegetais movimente o equivalente a mais de R$ 38 bilhões.
No Reino Unido, visando acelerar a popularização e abrangência de seus produtos, a marca, que mantém uma fábrica com tecnologia de última geração em Ohio, fechou uma parceria com a Tesco, gigante do ramo varejista. Em outros países, a busca também tem sido por grandes redes de supermercados.
Assim como a Forbes, a PETA também destaca que essas alternativas darão um grande salto na conquista de consumidores e de maior penetração no mercado em 2021. “Estamos ansiosos para ver essas empolgantes tendências de comida vegana se expandirem pelos EUA e além.”
No Brasil, a Superbom produz e comercializa o Steak Vegan Sabor Peixe, um produto que imita a carne de peixe a partir de proteína de ervilha e que é enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, além de ferro e zinco.
Uma empresa brasileira fundada em Campinas (SP) também vê futuro nesse mercado e está investindo em soluções de alta tecnologia para a produção de alternativas à carne que imitam cortes de peixes, assim como de outros animais.
A R & S Blumos inaugurou uma fábrica em Cotia (SP) no final de 2019, com processo de extrusão úmida de proteínas, permitindo a criação de “texturas e estruturas até então impossíveis” de versões vegetais de peixes e outros tipos de carnes.
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2021 seja também o ano de alternativas à carne e à todos os produtos de origem animal que trazem o selo da exploração, do sofrimento deles e do seu desespero porque a matança já passou da conta e nem tudo que cai na rede, é peixe. Invariavelmente pescamos junto com os inocentes que morrem, a energia negativa da morte deles que vamos fritar, cozinhar ou assar na brasa, achando que nos fará bem o mal que lhes causamos. Não fará. Quem sabe pescadores já precisem debandar para agricultura saudável e isenta de agrotóxicos e pesticidas, associando-se aos ex pecuaristas que, principalmente por razões financeiras dos interesses próprios, vão ter que colocar a mão na charrua, a fim de ganhar o sustento das crianças, sem precisar matar nem roubar o leite sagrado de animais bebês, como sempre fizeram, porque o povo já ta cansado disso. Hora de reciclar o lixo humano de que eram feitos os assassinos de animais, a fim de que se tornem úteis ao Planeta que mancharam, por milênios, com o bendito sangue deles derramado. Tortura nunca mais.